quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Olhar para o horizonte.


(na Casa Mario Quintana)


O pintor Waldeny Elias atende à campainha de seu ateliê na Rua General Vitorino elá está Mario Quintana. Viera agradecer pelo presente, uma pintura de bolso, de 6 cm x 4 cm. Levava-a, contou com um sorriso português, "na algibeira do fato domingueiro". Retribuiu presenteando o velho amigo, a quem chamava de Pinta-Mundos, com o recém-lançado livro Do Caderno H.

Na dedicatória, justificou por que não havia aceito um quadro grande que o pintor lhe oferecera.

-Elias, me desculpe e acredite. Eu não tenho paredes. Só tenho horizontes... 




**Érica, ela vê horizontes...


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