terça-feira, 3 de agosto de 2010

Albano, eu, Raulzito e o olhar.

"Imagens acontecem em muitos planos, suas dimensões são incomensuráveis. Vemos o que olhamos? ou vemos tão somente o que nos foi dado a ver nos limites da nossa memória? Como o nosso entorno se nos apresenta? de um modo geral, como o já conhecido, sem grandes alterações.

Temos escolhas quanto à formação dos quadros montados como se fossem uma correspondencia ao real? Creio que não, tão somente os apreendemos nas formatações dadas. Tentamos mexer com a ordem sequencial dos movimentos percebidos? Não, tão somente nas experiências alucinoginas e nas psicopatias profundas.

Nossos sentidos foram disciplinados para vermos o que vemos. E o que não vemos? existe?

Os mitos vencedores formulam as realidades possíveis. Os mitos vencidos viram o mundo da Caroxinha, o mundo das ficções tais Alice no país das..., Matrix, Avatar e etecétera.

Temos escolhas? "
(Albano Pepe - que devolve visão ao meu olhar quando esse insiste na cegueira!)
 
 
*E como temos!
Com lentes de contato, cão guia, óculos de sol, visão pura e simples...
Cada um que trate de olhar o que quiser e como quiser!!
 
Raulzito já dizia: "Quem não tem colírio.Usa óculos escuro"

3 comentários:

  1. Post excelente Érica!

    E assim falou Saramago: Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.

    *_*

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  2. Tenho essa frase no início da minha tese.
    De nada vale olhar se não podes ver!
    bjo querida!

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